Sérgio Melo não "pede músicas para a IA". Ele compõe. Letra, melodia, emoção — tudo criado antes de qualquer tecnologia entrar em cena.
"O Suno canta o que Sérgio compõe. A alma é dele."— A filosofia por trás de cada MultiverSOM
Vivemos a era da Inteligência Artificial e muita gente chega ao MultiverSOM achando que Sérgio simplesmente digita um prompt e uma música surge. Não é assim que funciona. Sérgio é músico de verdade — com décadas de experiência, teoria musical, sensibilidade artística e, acima de tudo, histórias reais para contar. O que a IA faz é dar uma voz profissional ao que ele já criou.
Como é feito
Sérgio recebe a história — uma pessoa, uma conquista, um grupo, uma emoção. Ele passa horas entendendo o que precisa ser dito e como dizer da forma mais tocante possível.
Com papel e caneta (ou instrumento em mãos), ele escreve cada verso da letra. Não há geração automática aqui — cada palavra é escolhida pelo compositor com intenção poética.
Sérgio canta a melodia que ele imaginou para a música — criando a "guia": o contorno melódico, o ritmo das sílabas, a emoção de cada frase. Esse é o coração da composição.
Só então o Suno entra — para interpretar o que Sérgio já criou. A IA gera uma voz e instrumentação fiéis à melodia e estilo pensados pelo artista. O resultado final é autoral, único e com alma.
Por que escolher o MultiverSOM
Nenhuma música se parece com outra. Cada composição nasce de uma história única.
Sérgio tem décadas de experiência com instrumentos e teoria musical.
As músicas tocam porque foram feitas para tocar — não geradas aleatoriamente.
Sérgio também compõe em inglês e outros idiomas, ampliando o alcance das histórias.
Quer ver o resultado desse processo em ação?